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Eleições 2026 e o impacto no custo de anúncios digitais.

Ano eleitoral no Brasil mexe com o leilão de mídia paga mesmo pra quem não anuncia política. Este artigo explica o mecanismo, com dado de mercado, e o que fazer a respeito — não é recomendação de voto nem posicionamento político da Last Rocket.

A propaganda eleitoral de 2026 é liberada oficialmente na internet a partir de 16 de agosto, segundo o calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) — a corrida pra outubro está prestes a começar. Pra quem gerencia campanha de e-commerce, isso não é só notícia de política: é um fator real de custo de mídia nos próximos meses.

Causa → efeito
Milhares de campanhas eleitorais entram no leilão de mídiadisputam o mesmo inventário de atenção que o e-commerceCPM sobe pra todo anunciante, político ou não

O que fazer: antecipar verba pro período pré-eleitoral, reforçar remarketing e canal próprio, e diversificar mídia — não parar de anunciar.

Por que a eleição encarece anúncio de e-commerce

Candidato, partido e coligação não competem no mesmo "produto" que uma loja virtual — mas competem pelo mesmo inventário de atenção: o feed do Instagram, o Reels, o vídeo do YouTube, o espaço de anúncio do Google. Quando milhares de campanhas eleitorais entram no mesmo leilão de mídia paga simultaneamente, a demanda por impressão sobe — e o algoritmo de leilão (o mesmo que decide o CPM de qualquer anunciante) responde subindo o preço pra todo mundo, político ou não.

Fonte: TSE.

O que as regras de 2026 permitem (e não permitem)

Fonte: TSE.

O que os números de mercado já mostram

Fora do período de pico eleitoral, o CPM médio no Brasil costuma variar entre R$ 6 e R$ 15. Durante o auge de campanha, esse valor pode subir pra R$ 18 a R$ 35, dependendo do nível de concorrência local — mais que o dobro do custo normal pra alcançar a mesma pessoa.

Fonte: Empurrão Digital.

Um fator que já pesa, independente da eleição

Vale separar dois efeitos: desde 1º de janeiro de 2026, a Meta passou a destacar e cobrar diretamente na fatura de anúncios impostos federais e municipais (PIS/COFINS e ISS) que antes já estavam embutidos de forma menos visível — um aumento de aproximadamente 12,15% no custo efetivo de mídia no Brasil. É uma mudança de política fiscal, não ligada à eleição — mas soma no mesmo período, e quem não separar as duas causas vai atribuir todo o aumento de custo à campanha eleitoral, quando parte dele já estava previsto desde o início do ano.

Fonte: Upsend Brasil.

Como potencializar (ou blindar sua operação)

"Você não está competindo com o candidato pelo voto. Está competindo com ele pela mesma impressão no mesmo leilão."

Como a Last Rocket pode ajudar

A Last Rocket acompanha o CPM em tempo real durante o período eleitoral e ajusta segmentação, criativo e canal pra minimizar o impacto no seu orçamento — dentro do serviço de Tráfego Pago, sem comissão sobre o valor investido em mídia.

Quero blindar minha campanha pro período eleitoral
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